O Museu do Criciúma Esporte Clube recebe uma peça importante, na tarde desta terça-feira. O espaço mostra a história do futebol de Santa Catarina, com ênfase no sul, recebeu uma estátua em tamanho real do ex-zagueiro do Esporte Clube Metropol, Octávio Bolognini, entregue por Antônio Pereira Rozeng, neto do finado escultor António Tomé Pereira, o Toninho Pepé.
Essa relíquia permaneceu por muito tempo na cidade de Brusque. “Quando começou a se falar nessa ideia de fazer um museu do futebol, a minha família procurou a estátua. Fomos ao local e ela estava para restauração e solicitamos a transferência para a Unesc. A partir daí, a obra ficou com a minha avó até que fosse constituído o espaço”, conta Roseng.
Após a entrega da estátua, haverá uma homologação do objeto e pesquisas iniciaram para detalhar melhor a história de Octávio Bolognini. “Vamos procurar saber a relação do ex-jogador com o clube Metropol, a torcida e o autor da obra. Juntamente com a equipe do Museu da Unesc, será realizada a restauração da peça”, conta Renato de Araújo Monteiro, estagiário do Museu do Criciúma Esporte Clube.
Segundo o livro do Ze Dassilva, Almanaque do Futebol, o zagueiro disputou 13 partidas com a camisa do Metropol, ficando conhecido pelas belas atuações. Entretanto, Bolognini se suicidou, e encerrou a sua história, por uma desilusão amorosa
Colaboração e Foto: João Pedro Alves/Criciúma Esporte Clube



maio 17th, 2011
nassif
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O texto acima esta errado.A estatua é de Orival Bolognini e não do seu irmão Octavio Jose Bolognini. Octavio nunca jogou no Metropol, tendo atuado no Clube Atletico Carlos Renaux de Brusque nos anos 50.Octavio não cometeu suicidio, veio a falecer de Infarto desfrutando convivio com familiares.